ADENOSINA DEAMINASE - ADA

Código:

ADA

Sinônimo:

ADA

Material:

Liquido cavitario

Volume:

2,0 mL

Método:

Colorimétrico (Giusti & Galanti)

Volume Lab:

2,0 mL

Rotina:

Diária

Resultado em:

Interferentes:

02 dia(s)

Temperatura:

Refrigerado

Estabilidade da amostra:

Ambiente

Refrigerado

Freezer

Hora

Dia

Dia

0

7

30

Coleta:

Jejum não necessário; Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC; A dosagem de adenosina pode ser realizada além do soro em :Líquor, líquido pleural, líquido pericardico e líquido ascítico (liquidos cavitários); lavado brônquico Caso não seja possível o envio do material no dia da coleta, o mesmo poderá ser recebido em até 7 dias refrigerado e após este período somente congelado, garantindo a estabilidade analítica; O envio de amostra de líquor para este exame poderá ser feito em tubo de transporte, exceto quando cadastrado juntamente com exames de microbiologia, que obrigatoriamente deverá ser enviado no frasco original.

Interpretação:

É uma enzima relacionada à proliferação e diferenciação linfocitária, principalmente dos linfócitos T que se distribui em todos os tecidos. Está elevada em doenças que envolvem estimulação, proliferação e ativação linfocitária. Indicação: Auxilio dignóstico da tuberculose. Auxilio dignóstico nas meningites. Diferenciação diagnóstica da atividade celular imune no sangue. Interpretação clínica: Sua dosagem é importante no diagnóstico etiológico dos derrames pleurais, ascíticos e pericárdicos, assim como no líquor, em que valores aumentados são indicativos de etiologia tuberculosa. Na meningite, sua determinação no liquor faz parte do diagnóstico diferencial entre as formas asséptica e tuberculosa da doença. Por ser produzida por linfócitos e macrófagos durante uma resposta imunocelular, se eleva em doenças como tuberculose, febre tifóide, mononucleose infecciosa, doenças hepáticas, colagenoses, neoplasias, anemia hemolítica, talassemia e em indivíduos HIV positivos, em que seus índices parecem relacionados à progressão clínica da doença. Sugestão de leitura complementar: Piras MA, Gakis C, Budroni M, Andreoni G. Adenosine deaminase activity in pleural effusions: An aid to differential diagnosis. Br Med J. 1978;2:1751-2. Storla DG, Yimer S, Bjune GA. A systematic review of delay in the diagnosis and treatment of tuberculosis. BMC Public Health 2008; 8: 15-24. Miranda E, Peruchi MM, Lin J, Masruha MR, Reis MLAA, Reis Filho JB. Atividade da Adenosinadeaminase no líquido cefalorraquiano. Rev Bras Neurol 2008; 44 (2): 5-11. Afrasiabian S, Mohsenpour B, Bagheri KH, Sigari N, Aftabi K. Diagnostic value of serum adenosine deaminase level in pulmonary tuberculosis. J Res Med Sci 2013; 18(3): 252-54.

Referência:

Soro ou Plasma: 0 a 15,0 U/L
Líquidos Cavitários: 0 a 30,0 U/L
Líquor (LCR): 0 a 9,0 U/L