PERFIL - Perfil Ovariano

Código:

POVA2

Sinônimo:

Dosagem FSH, LH e PROGESTERONA

Material:

Soro

Volume:

2,0 mL

Método:

Quimioluminescência

Volume Lab:

2,0 mL

Rotina:

Diária

Resultado em:

Interferentes:

Ictéricia (concentrações de bilirrubina acima de 20mg/dL), Hemólise (concentrações de hemoglobina acima de 500mg/dL) e Lipemia (concentrações de triglicerídeos acima de 3000mg/dL) Ictéricia (concentrações de bilirrubina acima de 20mg/dL), Hemólise (concentrações de hemoglobina acima de 500mg/dL) e Lipemia (concentrações de triglicerídeos acima de 3000mg/dL) Ictéricia (concentrações de bilirrubina acima de 20mg/dL), Hemólise (concentrações de hemoglobina acima de 500mg/dL) e Lipemia (concentrações de triglicerídeos acima de 3000mg/dL)

48h

Temperatura:

Refrigerado

Estabilidade da amostra:

Ambiente

Refrigerado

Freezer

Hora

Hora

Hora

8

48

240

Coleta:

Jejum não necessário. Para o teste de PROGESTERONA a preferência da coleta é entre o 20º e o 24º dia do ciclo menstrual ou conforme solicitação médica (escrita ou verbal). Anotar dia do ciclo menstrual.

Interpretação:

FSH Uso: diagnóstico de distúrbios da função gonadal; diagnóstico de tumores pituitários; diagnóstico e acompanhamento de quadros de infertilidade. O hormônio folículo estimulante (FSH ou folitropina), é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o FSH estimula o crescimento folicular, prepara os folículos ovarianos para a ação do LH e aumenta a liberação LH-induzida de estrogênio. Nos homens, o FSH estimula o desenvolvimento testicular e dos túbulos seminíferos, além de estar envolvido nos estágios iniciais da espermatogênese. Em mulheres após a menopausa, a secreção diminuída de estradiol resulta em aumento nos níveis de FSH e LH. A insuficiência primária testicular também resulta em aumento dos níveis de FSH e LH. A secreção de FSH e LH ocorre de forma intermitente, em resposta ao GnRH. Em mulheres, sua concentração varia no curso do ciclo menstrual, atingindo picos no período ovulatório. Assim, a interpretação de uma única determinação pode ser dificultada. Valores aumentados: menopausa, hipogonadismo primário, tumores secretores de gonadotropinas pituitárias, aplasia de células germinais, alcoolismo, castração, síndrome de Turner, síndrome de Klinefelter, puberdade precoce. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário ou terciário, anorexia nervosa, hemocromatose, doença pituitária ou hipotalâmica, hiperprolactinemia, hiperplasia adrenal congênita, uso de estrogênios e androgênios. LH Uso: investigação de infertilidade (distinção entre hipogonadismo primário ou secundário a deficiência hipotalâmica/pituitária); identificação de ovulação em distúrbios menstruais. O hormônio luteinizante (LH) é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o LH estimula a produção de esteróides ovarianos e a ovulação. Nos homens, controla a secreção de testosterona a partir das células de Leidig. Nas mulheres as concentrações de LH são baixas durante a fase folicular do ciclo menstrual, aumentando até um pico no meio do ciclo para causar a ovulação, caindo a níveis baixos durante a fase folicular. Após a menopausa, os níveis de LH sobem para valores altos, a exemplo de homens castrados. Valores aumentados: hipogonadismo primário, menopausa, fase lútea do ciclo menstrual, tumores produtores de GnRH, doença do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário (insuficiência hipotalâmica, se responder a estímulo com GnRH; insuficiência pituitária, se não houver resposta). PROGESTERONA Uso: diagnóstico da ovulação; avaliação funcional do corpo lúteo; monitoramento da terapia de substituição da progesterona. A progesterona é um hormônio esteróide produzido pelo ovário, placenta (durante a gravidez) e córtex adrenal. Os níveis de progesterona, caracteristicamente baixos durante a fase folicular, aumentam nitidamente durante a fase lútea dos ciclos menstruais normais, alcançando o pico máximo 5-10 dias depois do pico de LH. Valores aumentados: ovulação (segunda metade do ciclo). Valores diminuídos: disfunção de fase lútea.

Referência:

Feminino
Feminino
Mulheres:
Pré Púberes: até 2,2 mUI/mL
Pré Púberes: até 0,2 mUI/mL
0 a 14 anos (Pré-Puberes): até 1,00 ng/mL
Fase Folicular: 2,5 a 10,2 mUI/mL
Fase Folicular: 1,9 a 12,5 mUI/mL
Fase Folicular: 0,21 a 1,40 ng/mL
Pico Ovulatório: 3,4 a 33,4 mUI/mL
Pico Ovulatório: 8,7 a 76,3 mUI/mL
Fase Lútea: 3,34 a 25,56 ng/mL
Fase Lútea: 1,5 a 9,1 mUI/mL
Fase Lútea: 0,5 a 16,9 mUI/mL
Pós menopausa: até 0,73 ng/mL
Pós menopausa: 23,0 a 116,3 mUI/mL
Pós menopausa: 15,9 a 54,0 mUI/mL
Gestantes:
Masculino
Masculino
1ºtrimestre: 11,22 a 90,0 ng/mL
Pré Púberes: até 0,9 mUI/mL
Pré Púberes: até 0,3 mUI/mL
2ºtrimestre: 25,55 a 89,40 ng/mL
Adultos: 1,4 a 18,1 mUI/mL
Adultos: 1,5 a 9,3 mUI/mL
3ºtrimestre: 48,40 a 422,50 ng/mL
Masculino:
0 a 9 anos (Pré-Puberes): até 1,00 ng/mL
Adultos: 0,28 a 1,22 ng/mL