HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO - HGH

Código:

HGH1

Sinônimo:

HGH, GH, hormônio somatotrófico ou somatotrofina

Material:

Soro congelado ERA

Volume:

2,0 mL

Método:

Eletroquimioluminescência

Volume Lab:

2,0 mL

Rotina:

Diária

Resultado em:

Interferentes:

Ictéricia (concentrações de bilirrubina acima de 200mg/L), Hemólise (concentrações de hemoglobina acima de 512mg/dL) e Lipemia (concentrações de triglicerídeos acima de 3000 mg/dL)

36 horas

Temperatura:

Congelado

Estabilidade da amostra:

Ambiente

Refrigerado

Freezer

Hora

Hora

0

8

1440

Coleta:

Jejum não necessário. Manter paciente em repouso 30 min. antes da coleta. Enviar a amostra congelada. **** Importante **** Volume mínimo de 580 uL

Interpretação:

Exame de pouca utilidade em condições basais e que tem seu principal uso durantge testes de supressão e estímulo. No diagnóstico da acromegalia, a dosagem do GH durante o teste oral de tolerância à glicose (TOTG) visa a avaliar a supressão da secreção hormonal hipofisária, aumentando bastante a sensibilidade em relação à dosagem basal. Na avaliação do hipoevolutismo pondo-estatural a dosagem basal não tem valor, uma vez que as concentrações do GH entre os pulsos são normalmente muito baixas. Existem vários protocolos de testes provocativos da secreção de GH com a sua dosagem em tempos variados conforme o estímulo produzido (ver anexo de provas funcionais) Indicações: A dosagem de GH tem seu principal uso durante testes de supressão e estímulo para o diagnóstico de acromegalia/gigantismo e de deficiência de GH, respectivamente. Devido à característica de pulsatilidade hipofisária, o resultado de uma dosagem basal é de pouca utilidade. Interpretação clínica: No diagnóstico da acromegalia: a maioria dos pacientes com acromegalia ativa apresenta GH maior do que 10 ?g/L. Durante o TOTG, espera-se que o GH caia abaixo de 0,4 ng/mL; um GH no nadir acima de 1 ng/mL é diagnóstico da acromegalia na maioria dos pacientes. No seguimento pós-terapêutico, objetiva-se manter GH basal inferior a 1 ng/mL e, para avaliar o resultado do tratamento cirúrgico, GH no nadir no TOTG inferior a 0,4 ng/mL. No diagnóstico de deficiência de GH: a portaria do Ministério da Saúde nº 110 de março de 2010, que estabelece parâmetros para o tratamento do hipopituitarismo recomenda que, para ensaios quimiluminescentes e imunofluorométricos utilizando anticorpos monoclonais, o ponto de corte recomendado como deficiência de GH seja uma concentração de GH inferior a 5 ng/mL. Sugestão de leitura complementar: Boguszewski CL. Acromegalia. In: Vencio S, Fontes R, Scharf M. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Endocrinologista. 1 Ed, Rio de Janeiro, Gen, 2013. Boguszewski M. Nanismo. In: Vencio S, Fontes R, Scharf M. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Endocrinologista. 1 Ed, Rio de Janeiro, Gen, 2013.

Referência:

Homens: até 3,0 ug/L
Mulheres: até 8,0 ug/L

1 ng/mL = 1 ug/L